Parque São Francisco, recanto silvestre no centro da cidade

Por Letícia Maria Klein •
04 maio 2014

Foi com muito entusiasmo que fui perambular com minha dinda pelas trilhas do Parque Natural Municipal São Francisco de Assis no feriado de Páscoa. Entusiasmo porque o parque foi reaberto em março, depois de ter ficado fechado desde a enchente de 2008. O parque fica no Centro da cidade e tem uma área de 23 hectares de Mata Atlântica, rica em fauna e flora. Vi e ouvi muitas aves (tem um videozinho lá embaixo com os sons da floresta) e também ouvi um bugio ruivo, cuja espécie foi reintroduzida no parque. Vou te contar, até que dá um medinho, mas eu bem que gostaria de ter visto o animal. Bom, minha dinda fez tamanha cara de pavor que eu tenho certeza que ela discorda. 


Trilha na entrada no parque

As trilhas são muito rápidas e fáceis de percorrer, com exceção de um ou outro ponto. Passamos por todas as quatro em uma hora, sendo elas: Caminho das Águas, Caminho do Tucano, Caminho da Cutia e Caminho do Tatu. A floresta é linda e a temperatura é muito agradável. 


Vimos vários animais, principalmente aves e insetos. E, quem diria, as moscas incomodaram mais que os mosquitos. Ao longo dos caminhos, tem placas com informações sobre a floresta e seus habitantes. 


O parque é uma unidade de conservação de proteção integral. Além das caminhadas, também são permitidas visitas escolares e atividades de educação ambiental, que são uma ótima ferramenta para conscientizar as pessoas sobre a importância de preservar a natureza. 

Olha só o galho retorcido!

É maravilhoso caminhar no parque, principalmente para quem gosta de ficar em contato com a natureza, como eu. É muito gostoso e dá uma paz imensa. Com certeza voltarei mais vezes. 

Vídeo que gravei para capturar os muitos sons da floresta

O parque fica aberto de segunda a sábado, das 8h às 17h e o telefone é (47) 3381-6200. A entrada, por enquanto, é gratuita. Mas, como disse o presidente da Faema (Fundação Municipal do Meio Ambiente), eles precisam de recursos para manter o parque. Eu concordo com a ideia de cobrar entrada, por menor que seja o valor. Afinal, todos usufruem dos bens naturais, então nada mais justo que todos contribuem para a manutenção e preservação deles.



Não pude deixar de gravar este lindo sabiá-laranjeira 
se sentindo muito à vontade perto da gente

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