6 ideias para um casamento sustentável – Diário da noiva #1

Por Letícia Maria Klein •
29 maio 2019
Existem casamentos dos mais variados tipos, tamanhos, formatos e até temáticas. Em qualquer caso, é possível torná-lo o mais ecológico possível, demonstrando cuidado com o ambiente desde o convite até o fim da festa. Aproveitando que maio é considerado o mês das noivas (e que eu comecei a pensar na minha cerimônia), seguem seis ideias para um casamento sustentável (eco wedding, em inglês). 



Convite em papel semente
Confesso que nunca sei o que fazer com um convite de casamento quando recebo um. Guardar? Descartar? É reciclável para poder encaminhar à coleta seletiva? Pensando em evitar esse resíduo, lembrei do papel semente. Como o nome diz, essa folha de papel tem sementes em sua composição. Basta plantá-la e regar para nascer uma plantinha. Não gera lixo nem desperdício, mas sim um lindo ser vivo, que mantém viva a lembrança do casamento. Adorei essa ideia e já pensei num kit bem fofo para o convite, totalmente sustentável e lixo zero. Quando ficar pronto, compartilho aqui. Para compensar o preço mais elevado do papel, o convite pode ser menor do que o tradicional. Os menus das mesas podem ser em papel semente também.

Aluguel de vestido de noiva
Comprar itens usados ou pegar emprestado é sempre melhor do que adquirir itens novos, pois assim poupamos os bens naturais e matérias-primas que seriam usados na fabricação desses produtos. Não poderia ser diferente com o vestido. Minha primeira opção será procurar um vestido para alugar. Existem milhares de opções nas lojas de aluguel e tenho esperanças de encontrar o que tenho em mente. Se nada, mesmo, agradar, existe a opção do vestido de 1º aluguel feito com fibras naturais orgânicas, que não poluem o ambiente.

Decoração de flores em vasos
Celebrar o amor e o compromisso para a vida toda com flores vivas tem muito mais sentido do que com flores mortas, que foram cortadas. Por isso, escolhi ter somente flores plantadas em vasos como parte da decoração, tanto nas mesas quanto no salão. Tive algumas ideias alternativas para o buquê, vamos ver se dará certo. Futuramente, compartilho aqui. Na pior das hipóteses, as flores do buquê, que seriam as únicas cortadas, podem ser compostadas. 

Decoração com flores plantadas em vasos
Decoração com flores plantadas em vasos

Docinhos sem embalagem
Essa foi a primeira ideia que eu tive, considerando meu propósito lixo zero. Todos aqueles papeizinhos (quando não as famosas “bolsinhas de flores” de plástico ou tecido) são descartados (sim, nem as de tecido são reaproveitadas). Apesar de recicláveis, esses itens costumam ser misturados com outros resíduos na cozinha, inclusive de comida, e acabam não sendo separados para a reciclagem. Para evitar esse lixo, o doceiro pode apostar em várias soluções: os docinhos que são de copinho ou tortinha podem ficar apoiados em bandejas de vidro; os que são redondos podem ser colocados em tigelas com pé de vidro ou cristal; os papeis e plásticos podem ser substituídos por apoio de chapinha de chocolate ou de folha de bananeira (que é um material natural reaproveitado e compostável).

Bebidas em garrafas de vidro
Um dos maiores geradores de resíduos sólidos são as garrafas de plástico de água e refrigerantes. Muitos noivos já estão optando por garrafas de vidro, como minha cerimonialista comentou, porque o plástico deixa gosto nas bebidas. Outra vantagem do vidro é ser infinitamente reciclável e poder ser reenvasado. Algumas empresas que trabalham com bebidas em garrafas de vidro costumam pegá-las de volta para reenvase ou descarte correto.

Compostagem e reciclagem
Se o bolo que sobra, vai para casa, a comida do buffet também pode ir. Mas o que fazer com os restos que ficam nos pratos? Dá para pedir à equipe da cozinha para colocar tudo num baldinho para você fazer compostagem depois. Se onde você mora houver algum projeto de compostagem, pode encaminhar os resíduos orgânicos para lá. Se houver espaço na sua casa, você pode enterrá-los no quintal ou colocar na composteira. Dependendo dos alimentos, é possível colocar no seu minhocário. Eventuais papéis brancos usados podem ser compostados junto. Aproveite para pedir à equipe da cozinha para que mantenha um coletor somente para materiais recicláveis, os quais devem ser enviados à coleta seletiva posteriormente.

Acompanhe o blog para mais posts sobre o meu casamento sustentável. Um ecobeijo e até breve.
+

5 dicas de consumo consciente para quem é nerd

Por Letícia Maria Klein •
22 maio 2019
Eu sou nerd desde quase sempre. Harry Potter, O Senhor dos Anéis, Star Wars, Star Trek e super-heróis estão na minha lista de fã de carteirinha. Gosto de usar roupas temáticas e colecionar objetos (de preferência os que eu possa utilizar de alguma forma). Como compatibilizar isso com a conservação dos bens naturais, a redução da produção de resíduos e o consumo consciente? Listei aqui algumas práticas que me ajudam a ser uma nerd sustentável.

Comprar usado
Eu sou rata de sebo. Muitos dos livros que eu compro são usados. Aliás, a minha preferência é por usados. Se eu não encontro o livro no sebo na minha cidade nem on-line (Estante Virtual ou trocas no Skoob), então compro na livraria. Tem muita gente que vende itens de coleção usados na internet. O consumo de produtos usados diminui a demanda por extração de bens naturais para produção de itens novos e aumenta a vida útil dos itens que já estão no mercado. Para que a indústria de livros, filmes, música e outros consiga se manter num sistema que seja sustentável ambiental, social e economicamente, vão surgir novos modelos de negócio que dependam menos da posse e mais do uso, similar ao streaming de áudio e vídeo e aos aluguéis de objetos e roupas. Daqui a algum tempo, acredito que as próprias livrarias vão dispor de aluguel de livros mediante taxas de mensalidade.

Compensar as emissões de carbono
Cada objeto produzido emite gases de efeito estufa durante sua produção, sem contar durante a extração e o descarte. Quanto mais água, energia, combustível e bens materiais cada um consome no seu dia a dia, maiores as emissões que provocam o aquecimento global responsável pela crise climática atual. Existem muitas formas de compensar o seu impacto. O primeiro passo é calcular a sua pegada de carbono e seguir algumas sugestões de redução de consumo de itens que não são tão importantes para você quanto os que apelam à sua nerdice. Eu, por exemplo:

Capacho de porta e chinelo: itens da minha coleção de Harry Potter que uso em casa
Capacho de porta e chinelo: itens da minha coleção de Harry Potter que uso em casa

Pensar antes
Eu sei que a vontade é ter tudo do universo que amamos. Mas ter controle é importante. Quando pensamos na tríade “necessário, útil e supérfluo”, dificilmente itens de coleção como bonecos de ação, objetos de decoração e outros assim entram na primeira categoria. Pensando nisso, eu deixo de comprar muitas coisas das quais tenho vontade ou postergo até realmente sentir que é importante para mim ter aquilo. Assim, uma sugestão é priorizar a compra de itens de coleção que você possa utilizar, como roupa, chinelo, caderno, abajur, recipiente, copo etc. Outra forma de tornar esse consumo mais sustentável é diminuir a frequência e a quantidade da compra. As reduções contribuem tanto para a conservação dos bens naturais quanto para a sua saúde financeira.

Pedir de aniversário ou data comemorativa
Aniversário, Páscoa, Natal, Dia das Mães e Dia dos Pais são datas em que as pessoas costumam dar presentes. Especialmente no aniversário, quando você sabe que vai ganhar alguma coisa (a não ser que peça para não ganhar nada), aproveite para pedir os artigos geek que você quer. Assim você satisfaz seu lado nerd e deixa de ganhar aquilo que não quer ou não vai usar. Eu fiz isso no amigo secreto da minha família no fim do ano passado e deu certo.

Conversar com os fabricantes
Existem algumas formas de ativismo ambiental e o contato entre consumidor e fabricante é uma delas. Deixar de comprar algo por ideologia, qualquer que seja, tem muito mais sentido quando você explica para a empresa por que está fazendo isso. Quedas nas vendas podem ter várias origens, então saber o motivo ajuda a indústria a direcionar sua ação. Você pode questionar a empresa sobre as ações socioambientais dela, o que ela está fazendo em termos de sustentabilidade e se tem planos de inovação, como melhorar o ecodesign dos produtos, implantar logística reversa, priorizar matérias-primas locais e naturais, optar por fontes renováveis de energia etc.

Você também é nerd ou tem outra paixão que te leva a querer ter tudo daquilo? Se você tem outras sugestões de consumo consciente, comente aqui embaixo. Um ecobeijo e até breve.
+

Como usar o biofertilizante produzido no minhocário – Meu santo composto #8

Por Letícia Maria Klein •
14 maio 2019
A compostagem feita no minhocário produz muito biofertilizante, que é o líquido escuro resultante da decomposição dos alimentos. A cor marrom ou preta é derivada da passagem da água pela terra. É um fertilizante natural rico em nutrientes e muito forte. Costumava ser chamado de chorume, mas para não ser confundido com o líquido tóxico que é produzido no aterro sanitário, é agora denominado de biofertilizante.

Por causa da sua concentração, deve ser usado na proporção de uma parte dele para 10 de água. Pode ser aplicado pelo menos uma vez por semana. Assim como nós precisamos de uma dose diária de nutrientes, as plantas também precisam, então o ideal é dar um pouco por dia, sempre variando as fontes de adubo, como explica a Carol Costa no livro Minhas Plantas. Eu coleto o biofertilizante numa garrafa reutilizada e coloco de uma a duas vezes por semana nos vasinhos.

Biofertilizante produzido no minhocário
Biofertilizante produzido no minhocário. Está diluído em água, mas está mais claro
do que o normal porque a caixa do meio quase não tem mais resíduos
e está na hora de eu trocá-la de lugar com a de cima.

Ao contrário do minhocário, o processo que existe na composteira não produz biofertilizante (ou produz muito pouco), pois a água é eliminada na forma de vapor graças às altas temperaturas. Por isso ela é chamada de compostagem termofílica. Na composteira que eu fiz e usei por quase um ano nunca foi gerado biofertilizante. Depois adquiri um minhocário e estou com ele até hoje. Uma das vantagens é justamente a obtenção de dois produtos: um adubo sólido e um líquido.

Para saber se o biofertilizante está bom, é só cheirar. Se não tiver odor, então seu minhocário está saudável e em equilíbrio. Se o cheiro estiver ruim ou forte, você pode estar colocando resíduos que não podem ser compostados ou a relação entre carbono e nitrogênio está desequilibrada. Se estiver bom, é só diluir e alimentar suas plantinhas.

Um ecobeijo e até breve.
+

Como evitar descartáveis de plástico sem um kit lixo zero

Por Letícia Maria Klein •
10 maio 2019
Você está de boa no trabalho e alguém te convida para tomar um café na padaria. Ou você está na rua e quer parar para fazer um lanche. Mas seu kit lixo zero não está contigo. E agora? Tem como comer na rua sem gerar todo aquele lixo? Veja abaixo o que você pode fazer para gerar o menos possível de resíduos descartáveis e garantir que nada vá para o aterro sanitário ou lixão (pelo menos da sua parte).

Peça copo de vidro
Tem estabelecimentos que têm tudo descartável, tudo durável ou meio termo. Neste último caso, geralmente há copos de vidro (às vezes eles são usados para algumas bebidas e não outras, como eu já presenciei). Aproveite que eles estão lá e peça a sua bebida no copo de vidro. Dificilmente vão te dizer não e você já pode aproveitar o momento para explicar seu pedido.

Sem canudo
Muitas vezes o seu suco, chá gelado, refrigerante ou caipirinha já vem com o canudo dentro. A cerveja nunca vem, já reparou? Utilize essa lógica e na hora de pedir a bebida acrescente um “sem canudo, por favor”. Certa vez, numa lanchonete com amigos, esse pedido feito de forma coletiva incentivou o dono a tirar os canudos do estabelecimento já no dia seguinte. Bom para o ambiente e para o restaurante, que vai gastar menos com descartáveis. Você pode até sugerir alternativas e substituições ao canudo de plástico.

No prato em vez do saquinho
Tem lugares que vendem sanduíches e hambúrgueres numa embalagem descartável e depois te entregam a comida num prato de porcelana, vidro ou plástico resistente. Nesses casos, você pode pedir sem a embalagem, direto no prato. Suas opções a partir daí podem ser pedir talheres (se tiver de metal, não de plástico), usar guardanapo (veja as próximas dicas) ou usar só as mãos e depois lavá-las no banheiro. 

Lanche de sanduíche no prato sem embalagem
Lanche de sanduíche no prato sem embalagem

Peça guardanapo em vez de prato descartável
Se só tiver descartáveis no restaurante e seu lanche permitir, peça para te entregarem no guardanapo em vez de no prato descartável. O papel leva muito menos tempo para degradar do que o plástico e tem uma cadeia produtiva menos impactante. Quando é inevitável gerar resíduos, melhor optar pelo menos pior.

Composte o guardanapo
Quem faz compostagem doméstica pode levar o guardanapo de papel usado no restaurante para casa. Ele é um elemento seco necessário para o funcionamento da sua composteira ou minhocário.

Guarde para reutilizar ou encaminhar corretamente
Se não teve jeito e acabou sobrando um copo, prato ou talheres descartáveis, você pode lavá-los no banheiro e reutilizar para qualquer finalidade. Uma faca de plástico pode servir de tutor em vaso de planta, por exemplo, assim como um canudo. Ou você pode apenas levá-los para um coletor de recicláveis da coleta seletiva da sua cidade (dificilmente o restaurante separa os resíduos passíveis de reciclagem, tudo costuma ir num mesmo saco para a coleta de rejeitos e orgânicos). Muitas vezes eu levo resíduos para casa só para separar para a coleta seletiva que passa na minha rua.

Por fim (mas na verdade é o primeiro passo), é legal você dar uma olhada pelo ambiente antes de fazer o pedido para saber quais utensílios o restaurante tem e a partir daí pensar em como você pode evitar gerar resíduos ou reduzi-los ao mínimo. Tem alguma outra dica para compartilhar? Comente aqui embaixo. Um ecobeijo e até breve.
+

12 vantagens do coletor menstrual de silicone

Por Letícia Maria Klein •
07 maio 2019
Desde 2015 eu utilizo um coletor menstrual de silicone em vez de absorvente descartável. Minha única reclamação é não ter descoberto essa revolução feminina antes! Fácil de usar, durável, reciclável e com valor de investimento que se paga em média em seis meses de compra de outros absorventes são algumas das vantagens.

Não gerar lixo é outro benefício maravilhoso, visto que uma mulher utiliza em média 17 mil absorventes descartáveis durante a vida e que levam pelo menos um século para começar a degradar. Fraldas levam 600 anos para se decomporem! Apesar de já existir reciclagem desses materiais absorventes (feita pelas empresas europeias Knowaste e Fater), o processo é caro e o mercado é muito pequeno. Ainda, a melhor forma de lidar com o lixo é não gerá-lo.

Coletor menstrual de silicone
Meu coletor menstrual de silicone e a caneca de ágata que utilizo para ferver o copinho

Desde que comecei a usar, percebi que o coletor menstrual tem muitas vantagens, veja só:

1 - Não gera resíduos durante seu uso. Nenhum.

2 - É totalmente reciclável, então pode descartar para a coleta seletiva sem medo (só verifique se a cooperativa de reciclagem recebe materiais de silicone).

3 - É fácil e rápido para inserir e remover (o coletor é usado internamente e fica na entrada do canal vaginal). O produto vem com um manual de instrução e tem vários vídeos na internet que explicam como colocar.

4 - Ao contrário dos absorventes externos descartáveis, não produz cheiro nenhum, pois o sangue não entra em contato com o ar.

5 - É higiênico pelo mesmo motivo descrito acima.

6 - O coletor pode ficar por até 12 horas no corpo, o que permite colocar de manhã antes de ir trabalhar e só retirar quando chegar em casa. A quantidade de vezes em que será necessário descarregar o copinho depende do fluxo da menstruação.

7 - É muito fácil de cuidar: basta lavar com sabão neutro sempre que retirar para esvaziar e antes de inserir novamente. No fim do ciclo, é só ferver numa caneca de ágata esmaltada por cinco minutos. O sangue vai no vaso sanitário mesmo.

8 - Dá uma sensação de liberdade tremenda, nem parece que você está naqueles dias.

9 -  É confortável. Não dá para sentir o copinho, pois ele é flexível e se ajusta ao corpo.

10 - Não vaza. Nem durante o sono.

11 - Dura cerca de 10 anos, então o investimento inicial que se paga em menos de um ano tem um excelente custo benefício.

12 -  Tem diversos modelos, cores e tamanhos diferentes para atender a todas as mulheres.

Algumas cidades têm pontos de venda do coletor, mas o comum mesmo é comprar pela internet. Algumas marcas do mercado são Holy CupInciclo (uso esta), Korui e Meluna. Vale pesquisar bem antes de escolher o seu, devido à diversidade de tipos. Se você ainda não tem, permita-se descobrir e usufruir essa maravilha feminina! Um ecobeijo e até breve.
+

Minhas minhocas estão amarelando? – Meu santo composto #7

Por Letícia Maria Klein •
03 maio 2019
Faz cerca de um mês que as minhocas californianas do meu minhocário parecem estar mudando de cor, passando de tons avermelhados para amarelados. Ai ai ai e agora? Uma vez ouvi um relato de uma pessoa que só colocava papel no minhocário no início e as minhocas ficaram brancas. O que eu percebi é que tenho colocado muito mais bananas do que qualquer outro alimento no último mês e penso se é isso que pode estar interferindo na coloração delas.

Entrei em contato com o pessoal da Morada da Floresta, que fabrica minhocários, e eles me responderam que a cor é da própria espécie, algumas minhocas californianas são mais amarelas do que vermelhas, mesmo. Conversei com alguns amigos que também têm minhocário, mas eles nunca viram minhocas tão amarelas quanto esta da foto e estranharam o fato. Como só estou colocando o que elas podem comer, como frutas, hortaliças e borra de café, imagino que a mudança de cor deve ser por causa do excesso de bananas. Ou será do pó de café?

Uma minhoca californiana bem amarela
Uma minhoca californiana bem amarela

Assim como nós, seres humanos, precisamos de uma alimentação diversificada que nos dê todos os nutrientes necessários para uma boa saúde, as minhocas também precisam. Eu sei isso, mas não tive muito tempo para cozinhar durante o mês de abril e diminuí meu consumo de frutas. Ruim para mim e para as minhocas. Além de compostarem meus resíduos orgânicos, elas estão me ajudando a avaliar meu cardápio. Nesta semana já comecei a colocar outros alimentos. Vou ficar acompanhando para ver como elas se comportam e volto a esse tema daqui a um tempo para contar como elas estão.

Se você sabe o que pode estar deixando as minhocas amarelas, por favor, comente aqui embaixo. Um ecobeijo e até breve.
+

© 2013 Sustenta Ações – Programação por Iunique Studio