O que fazer com lâmpada queimada? Veja como descartar corretamente

Por Letícia Maria Klein •
10 setembro 2020
Se tem um objeto que quase todo mundo usa e descarta em algum momento é a lâmpada. Pela nossa Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), lei 12.305/2010, as lâmpadas são resíduos perigosos e precisam de um destino especial, por isso você não pode colocar na coleta comum nem na coleta seletiva. . Neste post eu vou te contar o que eu, você e todos nós consumidores podemos fazer com lâmpadas queimadas e como nós participamos do processo de reciclagem quando descartamos corretamente (sim, elas são recicláveis!).

Os resíduos perigosos são aqueles que têm algum potencial de prejudicar o meio ambiente ou a nossa saúde. Para que eles sejam reciclados ou adequadamente dispostos em aterros, a política prevê a implantação do processo de logística reversa. Nesse processo, os resíduos são coletados nos pontos de entrega voluntária (PEV), transportados, triados, consolidados (reunidos em grupos) e depois encaminhados para as indústrias de reciclagem.

Para implantar e viabilizar a logística reversa, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes assinam um acordo setorial e bancam todos os custos previstos e não previstos. O acordo também prevê a criação de uma entidade gestora para implantar e gerir todo o processo, organizando e unindo os esforços. No caso das lâmpadas, é a Reciclus, uma associação sem fins lucrativos criada pelos principais produtores e importadores, que elaborou um programa de abrangência nacional. Enquanto consumidores, a gente não precisa pagar nada. O nosso papel é levar o resíduo para o lugar certo. 

Podemos contar com a logística reversa de lâmpadas para o descarte correto
Podemos contar com a logística reversa de lâmpadas para o descarte correto

Logística reversa de lâmpadas

No caso das lâmpadas, esse local são as próprias lojas onde compramos as lâmpadas, lojas de material de construção ou pontos de entrega específicos na cidade. De acordo com a política, você tem o dever de levar as lâmpadas até esses locais, e também o direito, então se alguma empresa quiser te cobrar ou exigir que você compre outra lâmpada em troca, não aceite. 

O programa começou a rodar em 2017 e prevê a implantação nacional até 2021. Ela começou nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais e nas maiores cidades dos outros estados. Os municípios com menos de 25 mil habitantes serão atendidos por meio de coleta móvel que será implantada após o cumprimento do cronograma. Blumenau, onde eu moro, estava prevista na fase 3, que foi em 2019.

Dados da Reciclus dizem que até 2019 foram recolhidas 644 toneladas de lâmpadas e foram instalados 1930 pontos de coleta em 429 municípios. No Painel do Descarte Legal tem mais informações.

Os geradores não domiciliares, como indústrias, empresas etc, precisam ter seus próprios planos de gerenciamento de resíduos, o que significa que eles são responsáveis pela destinação correta fora do programa. Eles até podem participar do sistema de logística reversa do acordo setorial, mas a partir de um contrato específico com a entidade gestora Reciclus.

Quais são as lâmpadas

Todos os tipos, até de LED! A diferença é que as lâmpadas fluorescentes, de luz mista e de vapor de sódio e mercúrio são consideradas perigosas, por causa do mercúrio, que é contaminante. As de LED não entram na lista das perigosas porque não têm nenhum metal pesado, elas emitem luz a partir de pequenos chips eletrônicos. Independente do modelo, todas elas são coletadas pela logística reversa. 

Como descartar as lâmpadas

Na hora de levar a lâmpada para a loja ou PEV, coloque dentro de uma embalagem de papelão ou envolva em papel ou jornal. Se tiver alguma lâmpada quebrada entre as que você vai descartar, coloque numa embalagem separada das outras, de preferência uma caixa ou pote. 

Já conhecia esse sistema? Fantástico, né?

Um ecobeijo e até breve.
+

Kit dental sustentável: escova de dente de bambu e pasta de dente sem tubo

Por Letícia Maria Klein •
03 setembro 2020
Uma das minhas metas de sustentabilidade para 2020 era encontrar uma pasta de dente que não viesse naquele tubinho e que tivesse uma composição mais natural possível. Pois eu encontrei! Neste post quero te falar sobre meu kit dental sustentável: escova de dente de bambu e opções de pasta de dente sem o tubo de plástico. 

Letícia com escova de dente de bambu
Minha escova de dente de bambu



Escova de dente de bambu

Faz alguns anos que eu uso escova de dente de bambu. Por ser feita de madeira, ela é compostável, então você pode enterrar no jardim ou enviar para algum serviço de compostagem, se houver na sua cidade. A única parte que você não pode enterrar são as cerdas, que são feitas de nylon, um material reciclável, mas não compostável – para remover as cerdas, você pode usar um alicate de bico. Se você encaminhar as cerdas para a reciclagem, coloque numa embalagem fechada para que elas não se percam no caminho.

Comparada com a escova de dente de plástico, a escova de bambu tem uma origem renovável e mais sustentável e se decompõe em um tempo bem menor do que aquela: cerca de 30 anos, contra uns 400 da de plástico. A escova plástica é reciclável, sim, mas verifique se ela é reciclada na sua cidade. O tempo de uso é similar, de cerca de três meses (mas as minhas duram muito mais por aqui). Para manter a escova de bambu em boas condições de uso por mais tempo, aqui vão três dicas:

  1. Não escove com força, porque a pressão danifica as cerdas e não limpa mais os seus dentes (é a fricção das pontas das cerdas que faz a limpeza).
  2. Depois de escovar os dentes, seque bem sua escova e deixe num local arejado. Se o seu banheiro for muito úmido, é melhor deixar em outro local da casa, pelo menos até secar bem.
  3. Para evitar que sua escova de bambu fique com fungos, deixe ela de molho em água morna com um pouco de vinagre e bicarbonato de sódio, por uma hora.

Pastas de dente sustentáveis


Buscando uma pasta de dente que fosse mais natural, encontrei uma marca que usei por algum tempo (meu marido ainda usa esta). Apesar de ter uma composição bem melhor do que as tradicionais do mercado, essa pasta vem no tubinho de plástico, que é reciclável, mas nem sempre é reciclado – para saber se existe reciclagem desse material na sua cidade, entre em contato com cooperativas, com a prefeitura ou com a empresa responsável por fazer a coleta seletiva. 

Pasta de dente Contente Orgânico Natural, que vem no tubo de plástico
Pasta de dente Contente Orgânico Natural, que vem no tubo de plástico








Não tive uma experiência muito boa com receita caseira de pasta de dente, então pensei em buscar produtos que fossem naturais e que tivessem uma embalagem mais sustentável. Hoje no mercado já existem opções em creme em pote de vidro, em pastilha, em pó e versão sólida.

Testei no mês passado uma pasta de dente sólida, da marca Espanza, com carvão ativado. Ela parece um picolé: a parte sólida vem presa a um palito, embalada em celofane (feito a partir da celulose, é um material biodegradável, então se decompõe muito mais rápido que o plástico e pode ser destinado para compostagem), dentro de uma caixinha de papelão.

A recomendação é colocar a pasta sólida num potinho de vidro. Para usar, basta molhar a escova e esfregar na pasta até sair uns pedacinhos (bem pequeninhos mesmo). Estou usando há pouco mais de um mês e já está acabando, mas acho que é porque eu pegava demais no começo. Sério, é bem pouco mesmo que você precisa usar. Ela não faz espuma (que, na verdade, é só um enfeite) e limpa bem. No futuro quero testar a versão sem carbono ativado.

Como ela já está no fim, comprei uma outra pasta, desta vez em creme, que vem num pote de vidro, da marca Unevie. Ainda não usei, mas vi que a consistência é mais firme, diferente das pastas de tubo. Comprei as duas, que são naturais e veganas, numa loja aqui em Blumenau, a Com Sumo Consciente

Escova de dente de bambu, pasta sólida com carvão ativado (por isso é preta) e pasta em creme
Escova de dente de bambu, pasta sólida com carvão ativado (por isso é preta) e pasta em creme




Minha ideia é testar várias marcas e opções diferentes, para saber as diferenças, ver quais funcionam melhor para mim e quais tem um bom custo-benefício. De qualquer forma, uma coisa é certa: aposentei as pastas com tubo de plástico (que não são recicladas aqui na minha cidade). Mais um passinho no caminho da sustentabilidade. Agora quero saber de você, comente aqui qual pasta você usa, se você pensa em trocar e como está sua busca por opções mais sustentáveis.

Um ecobeijo e até breve.
+

Dança dos pássaros, de Huw Cordey [Resenha]

Por Letícia Maria Klein •
26 agosto 2020

Fazia tempo que eu não me divertia tanto com um documentário. Assisti “Dança dos pássaros” (Dancing with the birds) com um sorriso no rosto e eventuais risadas. O documentário produzido e dirigido por Huw Cordey, disponível no Netflix, mostra o ritual de acasalamento de algumas espécies de aves em Nova Guiné e nas Américas Central e do Sul.

Amor por aves































Das técnicas de construção do pássaro jardineiro ao ballet da parotia da rainha Carola, conhecemos os artifícios e habilidades dos machos para impressionar as fêmeas e conseguir uma parceira para garantir a reprodução da espécie. 


O documentário de 50 minutos é um presente para quem gosta de aves. Fiquei literalmente de queixo caído com tudo o que esses indivíduos fazem na hora da conquista. É incrível – e em muitos aspectos, eles demonstram atitudes que são também humanas, como criatividade, engenhosidade, querer agradar o outro (e também sabotar). Tem uma espécie que consegue imitar qualquer som, até de crianças brincando! A natureza é genial. 




Aliada às imagens belíssimas, que realçam as cores das aves sobre o verde da floresta, a trilha sonora se soma aos sons naturais e traz um colorido a mais para a história, integrando-se à sinfonia dos cantos e servindo de fundo musical para a dança dos conquistadores. A montagem das cenas é muito bem-feita também, dando cadência e dinamismo à narrativa.

Super recomendado! Para ter um gostinho, assista o trailer abaixo.

Um ecobeijo e até breve. 

+

Como reutilizar a água da máquina de lavar?

Por Letícia Maria Klein •
20 agosto 2020
Marcos Deringer criou seu próprio sistema para reutilizar a água da máquina de lavar roupa. Tudo surgiu a partir de uma necessidade da família, que mora em Blumenau/SC. Na época, a mãe de Zaira, esposa de Marcos, estava doente, e a casa vivia cheia de gente (as irmãs de Zaira ficavam lá para ajudar). Esse movimento gerava uma grande quantidade de roupas para lavar, incluindo roupa de cama e cortinas, que precisavam ser constantemente limpas para aliviar o problema pulmonar da senhora.

Como reutilizar água da máquina de lavar


Pensando numa forma de reduzir os gastos na fatura de água, o casal decidiu reutilizar a água da máquina de lavar. Meio engenheiro que é, Marcos construiu a “engenhoca”. Utilizando como coletor uma caixa d’água de amianto que tinha no forro da casa (que não pode mais receber água potável por causa da contaminação), ele fez uma ligação da máquina de lavar para levar a água do enxágue até à caixa d’água, que está conectada à caixa do vaso sanitário principal da casa, utilizado pelo casal e a filha. 

Ligação do cano da máquina de lavar, feito por Marco Deringer
Ligação do cano da máquina de lavar, feito por Marco Deringer

Para evitar que fiapos e penugens de tecido passem da máquina para a caixa e entupam o cano, o que acontecia no começo, Marco colocou uma rede na entrada da tubulação. Para manter a caixa d’água limpa, eles utilizam pastilhas de cloro, daquelas usadas em piscinas, e Marco faz a manutenção da caixa uma vez por ano, para retirar o excesso de gordura causado pelo sabão. A mesma caixa d’água também recebe água da chuva, por meio de um cano que sai da calha.

Funcionamento do sistema de reaproveitamento da 
água da máquina de lavar feito por Marco Deringer

O sistema funciona há pelo menos três anos e atende bem à necessidade da família. Hoje em dia, as roupas são lavadas no fim de semana, então entre quarta e quinta-feira acaba a água da caixa. Com o reaproveitamento, eles conseguem economizar seis mil litros de água por mês, passando de 25 mil litros como era anos atrás para 19 mil (o que dá uma média de 4,7 mil litros de água por pessoa na casa, onde mora também o pai de Zaira).

Como você pode reutilizar a água da máquina

Ficou empolgado? Você também pode fazer isso em casa, claro! Uma das formas é usar um kit de reuso de água para máquina de lavar, acoplando uma pequena cisterna ou galão para coletar a água cinza, como é chamada a água que sobra de atividades domésticas, como lavação de louça e roupa e água do banho. Se você quiser comprar pronto, tem algumas opções no mercado (é fácil de encontrar online), ou você mesmo pode fazer o seu kit de reuso.

Algumas máquinas de lavar roupa já vêm com uma função que permite que você retire a água com sabão. Para isso, você deve selecionar essa função específica, esperar até o fim da etapa (a máquina vai avisar, provavelmente com uma luz no painel) e colocar a mangueira da máquina em um recipiente para coletar a água. Consulte o manual do equipamento ou o site do fabricante para saber se a sua máquina tem esse modo de reutilização.

Se você já reaproveita a água da máquina de lavar roupa ou ficou super a fim de fazer isso a partir de agora, comente aqui embaixo.

Um ecobeijo e até breve.
+

Mata Atlântica e um céu cheio de estrelas

Por Letícia Maria Klein •
11 agosto 2020
Neste fim de semana consegui suavizar a saudade de uma das coisas que eu mais sinto falta desde que voltei da Schumacher College: um céu noturno cheio de estrelas. Nas duas noites, passei um bom tempo admirando o cobertor escuro bordado de pontos brilhantes que cobre a Terra. Eu e meu marido alugamos uma casa pelo Airbnb em Belchior Alto, bairro de Gaspar, a 20 minutos do centro de Blumenau. Ela é parte da propriedade onde moram o casal Silvette e Charles e a família de um dos filhos. A terceira casa, eles alugam para quem quiser curtir um tempo junto à natureza

Uma mesa lateral no chalé
Uma mesa lateral no chalé

O terreno é cercado por vegetação secundária de Mata Atlântica e tem até macaquinhos (mas nós não tivemos a sorte de vê-los). A companhia abençoada das aves é constante, pontuada pelo balir de ovelhas que são mantidas na propriedade – o rebanho cresceu recentemente, com o nascimento de três filhotes – dois gêmeos malhados e um todo branquinho. 

Ovelhas ao fundo
Ovelhas ao fundo

O chalé em que ficamos é muito aconchegante e fica quentinho com a lareira acesa, perfeito para os dias de frio que pegamos. Silvette e o marido estão construindo um centro para cursos de autoconhecimento e terapias de autocura, junto de um dormitório para os participantes. Essas construções ficam numa parte mais alta do terreno, com vista para as montanhas ao redor e embrenhada em silêncio

E havia uma mala no primeiro andar do chalé
E havia uma mala no primeiro andar do chalé

Nessa parte também uma pequena trilha, que será mais explorada e melhor estruturada para os visitantes caminharem pelo bosque. Silvette disse que todo mundo que se hospeda lá está em busca de sossego, reflexão e reconexão consigo mesmo. De fato, o local é propício para isso, com tanta natureza em volta. Depois de muitas semanas de muito trabalho, conseguimos finalmente relaxar e aproveitar o tempo. 

Delícia de rede na varanda
Delícia de rede na varanda

E, claro, consegui, desde de nossa última viagem para Urubici, presenciar novamente um céu com bem mais estrelas visíveis do que no centro da cidade. Um momento em que consigo não pensar em nada, em que estou plenamente presente, sem preocupações, totalmente repleta de encantamento pela criação divina, ciente de toda magia, poder e conhecimento que existem no universo – e que estão, de alguma forma e em algum grau, presentes em cada ser vivo e elemento natural.

Um ecobeijo e até breve.
+

O que fazer com cartão de crédito velho? Veja 11 soluções

Por Letícia Maria Klein •
06 agosto 2020
Com certeza você já descartou algum cartão de crédito que venceu, certo? Cortou em pedaços e jogou no saco de lixo. Sim, já fiz isso também, e é o que a maioria das pessoas faz quando o cartão perde a validade (não só cartão de crédito, mas de seguro, crachá, de loja, de chip de telefone etc). Se você ainda faz assim, vim de dar uma ótima notícia: é possível reaproveitar o cartão ou enviá-lo para a reciclagem! Os cartões são feitos de diferentes tipos de plástico, por isso são totalmente recicláveis. Pesquisando na internet, encontrei algumas soluções para o seu cartão de crédito velho.
O que fazer com cartão de crédito velho?
Meu estoque de cartões, esperando a próxima visita ao Papa Cartão.

1. Máquina Papa Cartão
Um programa de logística reversa da empresa R. S. de Paula coleta cartões, crachás e credenciais de plástico. Você coloca o cartão na abertura da máquina, gira a manivela (sem gasto de energia!) e o cartão é cortado em pedaços, por questão de segurança (a caixa é transparente, então você pode testemunhar o processo). O material depois é usado para fazer novos produtos, como capas de caderno, porta-copos, crachás, réguas e muitos outros.

O Papa Cartão está presente em alguns estados brasileiros, aqui a lista de pontos de coleta. Eu já levei vários quando viajei para São Paulo (hoje tem uma pequena pilha aqui em casa aguardando a próxima viagem até um papa cartão). As máquinas podem ser alugadas por empresa, associação, instituto ou órgão governamental.  

Máquina papa cartão em estação em São Paulo

Máquina papa cartão em estação em São Paulo. Fonte: site da empresa.

2. Moldura feita com mosaico de cartões: é só cortar os cartões em pedaços e colar na moldura que você tem. Pode ser um porta-espelho, portarretrato ou até um quadro.

3. Palhetas para tocar instrumentos: essa é uma ótima dica para quem é músico. Basta recortar o cartão no formato da palheta (parece que funciona melhor com cartões mais finos, como de crachá ou credencial).

4. Suporte para fones de ouvido: é uma ótima forma de deixar seu fone bem guardado, sem risco de danificar o cabo. Para isso, são necessários alguns furos e cortes no cartão, como mostra a foto.

5. Porta-bijuterias: segue a mesma lógica do suporte anterior, com buraquinhos e espaços para encaixar brincos, pulseiras e colares.

6. Organizador de cabos: igual aos outros dois, com cortes nas laterais do cartão para encaixar os fios.
Moldura feita com mosaico de cartões, palhetas para tocar instrumentos, suporte para fones de ouvido, porta-bijuterias, organizador de cabos
Em sentido horário: moldura, palheta, organizador de cabo, porta-bijuteria e suporte para fone de ouvido.

7. Marcador de páginas: fica muito legal se revestido de algum tecido ou papel adesivo.

8. Placa de identificação: para mala ou mochila; é só embrulhar com tecido ou adesivo, fazer um furo e passar uma cordinha.

9. Suporte para celular: ótima ideia e super fácil de fazer, basta dobrar em duas partes, uma mais estreita e outra mais larga, como na foto.

10. Presilhas de cabelo: precisa fazer um furo em cada lateral e passar um pedacinho de madeira (talvez seja mais fácil com cartões mais finos).

11. Minivaso (com ou sem ímã): adorei essa ideia do minivaso (tutorial aqui), que pode ficar na porta da geladeira, na mesa do escritório, na estante... 

cartão de identificação, suporte para celular, presilha de cabelo, minivaso.
Em sentido horário: placa de identificação, suporte para celular, presilha de cabelo, minivaso.

Gostou das dicas? Me conte nos comentários quais você pretende aplicar. 

Um ecobeijo e até breve!
+

© 2013 Sustenta Ações – Programação por Iunique Studio