Juventude Lixo Zero recolheu 150 litros de resíduos no ativismo!

Por Letícia Maria Klein •
28 abril 2015

Neste sábado, 25 de abril, o grupo Juventude Lixo Zero Blumenau (que eu coordeno) realizou o Ativismo Lixo Zero, primeira ação do movimento na cidade. Além de mim, outros três jovens participaram. Nós limpamos a Praça do Estudante, na Rua 7 de Setembro, e o trecho da Rua Almirante Tamandaré que segue até o Parque Ramiro Ruediger. Recolhemos 150 litros de resíduos aproximadamente, sendo 30 litros de rejeitos, que não têm possibilidade de reuso ou reciclagem, e 120 litros de recicláveis, que levamos até uma caçamba de coleta seletiva no centro de Blumenau. 

Resultado da nossa ação: 
150 litros de resíduos recolhidos!

O ativismo teve o objetivo de chamar a atenção das pessoas para a causa dos resíduos sólidos e fomos abordados duas vezes por pedestres interessados na ação que estava sendo desenvolvida! O JLZ trabalha e divulga o conceito de lixo zero, que prevê o máximo reaproveitamento dos resíduos recicláveis e orgânicos e a redução máxima do que se envia para aterros sanitários e incinerados. A redução do consumo e a reciclagem de materiais poupam bens naturais como água e matéria-prima, contribuem para a preservação do meio ambiente e geram renda para milhares de famílias. 

Quando se olha de longe, parece que a praça está super limpa...

.Mas quando se vê de perto, a história é bem outra

Olha o tanto de bituca de cigarro que achamos! 
Nenhum resíduo descartado na rua é pequeno ou 
"só um lixinho"; pedacinhos juntos viram um pedação.
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Espiritismo e Desenvolvimento Sustentável, de Carlos Villarraga [Resenha]

Por Letícia Maria Klein •
14 abril 2015

Carlos Orlando Villarraga questiona, no livro "Espiritismo e Desenvolvimento Sustentável - Caminhos para a sustentabilidade", como será o futuro da espécie humana na Terra diante do consumismo, um padrão de consumo exagerado e desnecessário que levará ao esgotamento dos bens naturais não renováveis. Com base em obras que são referência no Espiritismo e na área ambiental, o autor exemplifica como uma economia baseada no desenvolvimento sustentável é uma das únicas soluções para a manutenção da vida no planeta.

O autor aborda temas como o modelo atual de desenvolvimento, o estado atual do planeta com indicadores sociais e ambientais, o que prevê o modelo de desenvolvimento sustentável, a diferença entre consumo e consumismo, a importância das religiões para o desenvolvimento sustentável, o que é sustentabilidade e quais seus princípios, que ações devemos tomar para um futuro sustentável e como o Espiritismo pode ajudar neste processo. 

Com base em livros, relatórios e pesquisas científicas, Villarraga apresenta dados alarmantes sobre diversos problemas enfrentados pela humanidade hoje em dia, como conflitos políticos e religiosos, violência contra as mulheres, pobreza, desnutrição, encarceramento, acesso à água potável, suicídios e homicídios, desemprego, saneamento básico, analfabetismo, trabalho infantil e escravo, tráfico de animais silvestres, desmatamento, pesca exploratória, volume dos rios e qualidade da água, perda da biodiversidade, aquecimento global, erosão do solo, entre outros. Se os níveis de extração e uso de bens naturais continuar, muito por causa da ambição e da avareza humana, o futuro será desastroso para todas as espécies que habitam o planeta, inclusive para nós.

Nosso modelo econômico está avassalando os sistemas naturais da Terra. O crescimento ilimitado é a ideologia da célula cancerosa. Da mesma maneira que um câncer em expansão destrói seu anfitrião, o contínuo crescimento da economia está destruindo os ecossistemas do planeta Terra. Vivemos a vida e fazemos uso dos recursos naturais como se essa vida fosse única sem nos preocuparmos com as consequências dessa conduta sobre as próximas gerações. "Que importam a melhora e a felicidade das gerações futuras àquele que acredita que tudo de acaba com a morte?" (Allan Kardec. Obras póstumas, p. 494.)
p. 39.

Um dos princípios do Espiritismo é o da reencarnação, segundo o qual cada cada pessoa tem inúmeras vidas, que servem para seu desenvolvimento intelectual e moral até se chegar à perfeição. Preservar o planeta para as próximas gerações, como coloca o autor, é preservá-lo para nós mesmos em reencarnações futuras; é também ter senso de responsabilidade e compromisso para com as outras pessoas, tanto as das gerações presentes quanto as próximas, que tem o mesmo direito de habitar este planeta quanto eu. Vivemos numa grande casa compartilhada, mas agimos como se fôssemos os donos e como se nossas ações não tivessem reações. 

Para uma vida e um planeta sustentável no futuro, é imprescindível que as pessoas estabeleçam suas necessidades e saibam diferenciá-las dos desejos. O autoconhecimento nos ajuda a identificar nossos objetivos de vida, o que nos faz feliz, do que precisamos para viver bem. 

Quando estamos confusos sobre os objetivos da nossa existência, nos refugiamos no consumismo como meio de encontrar uma resposta a essa busca de significado para a vida. E o consumismo nos escraviza. "Os males deste mundo estão na razão das necessidades factícias que vos criais. A muitos desenganos se poupa nesta vida aquele que sabe seus desejos e olha sem inveja para o que esteja acima de si." (O Livro dos Espíritos, q. 926).

p. 56

O livro é ótimo, apresenta uma visão muito clara do desenvolvimento sustentável - que se constrói sobre os pilares da preservação do meio ambiente, da justiça social e da prosperidade econômica - e do que é preciso fazer e como é preciso agir para vivermos em sociedades sustentáveis. Achei muito legal e super válido que, no fim de cada capítulo, o autor sugere ações práticas que podemos incorporar na nossa rotina e questões para discussão e reflexão. Mesmo que você não siga a doutrina Espírita, recomendo a leitura deste livro, que aborda de forma muito elaborada a necessidade de vivermos de forma que nosso planeta Terra possa sustentar e que nós possamos sustentar a nós mesmos.
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Páscoa fora da caixa

Por Letícia Maria Klein •
27 março 2015

A Páscoa está chegando e a procura pelos mais diversos formatos de chocolate aumenta, especialmente os ovos, que vem embalados no papel alumínio ou capa plástica, sentados num suporte de plástico e embrulhados em plástico metalizado. Ai, quanto lixo! Ou melhor, resíduos, porque todos estes materiais podem ser reutilizados ou reciclados. Porém, ainda melhor é reduzir a quantidade desses resíduos que a gente produz, principalmente o plástico metalizado, que é de difícil reciclagem. Por ser um processo complexo e caro, poucas empresas reciclam o material, então boa parte dele acaba indo para aterros sanitários. Como centenas de toneladas de ovos são fabricadas todo ano... bem, dá pra ter uma noção do tanto de embalagens desperdiçadas. Mas não precisa ser assim!


Comprar ovos caseiros ou a granel em lojas de chocolate é uma ótima opção para dizer não às embalagens e ainda ajudar um produtor local. Você pode levar seu próprio recipiente para comprar as guloseimas. 

O mesmo pode ser feito com docinhos, que podem ser comprados a granel em feiras. Na feira aonde vou aqui em Blumenau as produtoras colocam os docinhos em grandes potes e o cliente compra a quantidade desejada. Se você não é muito de chocolate, docinhos e bolachinhas são uma alternativa legal. 

Como geralmente acabamos ganhando um ovo ou chocolate ou mesmo outro presente embrulhado, ainda vamos ter um lixinho de lembrança (nada) doce da Páscoa. Neste caso, vamos a algumas ideias

- Reutilizar as embalagens de presentes para outros presentes; 

- Montar um brinquedo com os potinhos onde o ovo vem sentado;

- Usar a embalagem do ovo como sacola para materiais recicláveis que serão destinados à reciclagem;

- Alguns ovos vêm embalados num casulo de plástico, ao invés de alumínio. Dá para transformar este casulo num vasinho de plantas, lembrando de fazer furinhos para escorrer a água.

- Usar a embalagem do ovo para encapar cadernos e livros escolares.

Se não der para reaproveitar de alguma forma, a solução é enviar as embalagens de plástico, papel e alumínio para a reciclagem. Mas não basta apenas separar. É preciso se certificar de que os resíduos vão mesmo para o local certo, sendo coletados ou pela empresa responsável pela coleta seletiva ou por catadores de materiais recicláveis. Assim, vamos fazendo nossa parte por um mundo melhor! 

Tenha uma linda e sustentável Páscoa! 
(!)(!)
 (-.-)
(“)(“)
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Diário de bordo #20 – Despedidas, sementes plantadas e recomeços

Por Letícia Maria Klein •
12 março 2015

Estou de volta ao Brasil e com a sensação de dever cumprido em relação ao projeto Arges in Green (Arges em Verde). Confesso que nas primeiras semanas eu estava insegura quanto ao meu trabalho e também decepcionada com a quantidade de estudantes que estavam frequentando as sessões. Os feedbacks do meu time sempre foram positivos e, apesar de poucos, ainda havia interessados, então mudei o foco, afinal, qualidade é o que importa. Pelos depoimentos de alunos e membros do time durante a cerimônia de encerramento, eu consegui impactar mais do que esperava e plantar as sementinhas da sustentabilidade e do respeito ao ambiente que eu tanto queria. 


A cerimônia de encerramento rendeu risadas e lágrimas. Não deu pra segurar, na hora de fazer meu discurso as lágrimas quiseram participar do evento. Mas foi só no começo, nada que uma pausa com direito a abraço de conforto das colegas não resolvesse. Foram cinco estudantes, inclusive um dos meninos que era bagunceiro no começo. Cada menina do meu time falou um pouco sobre o projeto, em seguida elas passaram um vídeo sobre o projeto com fotos das sessões e agradecimento à minha pessoa (fiquei comovida, tão fofo e atencioso da parte delas!). Decoramos a sala com todos os materiais que eles produziram durante as sessões e houve entrega de certificados no fim.

Esta é Antonia, uma fofa. Que abraço bom. 
Gestos assim mostram que tudo valeu a pena.

O meu discurso, que eu escrevi uns dias antes no parque Trivale, aonde fui para me inspirar, terminou com um exercício que mostra como todos estamos interconectados e somos interdependes. Todos fizeram um círculo (os cinco estudantes e as quatro membras do meu time), eu no meio, e cada um tinha que falar o que aprendeu com o projeto. Eu ia passando um pedaço de barbante para cada pessoa que falava, até que no fim estavam todos ligados. Comentei que estamos todos conectados e perguntei se eles gostariam de sentir as consequências ruins ou os efeitos bons. Então falamos o nosso lema e eu agradeci em romeno (mulțumesc foarte mult!, seguido de muitos ahhnnn, do tipo “que fofo”).

Discursando

Os depoimentos me marcaram. A Oana, do meu time, disse que as sessões fizeram-na perceber que ela não era a pessoa que queria ser (achei tão profundo!). Uma das alunas, Daniela, participou apenas das duas últimas sessões, convidada pela amiga Antonia, e disse que o projeto foi lindo (a mesma que disse que foi “awesome” na última aula). A Antonia demonstrou que já está revendo ações do dia a dia. Cada um falou um pouco e todos me deixaram feliz e realizada.

Eu ainda vi alguns membros do meu time e estudantes, inclusive alguns que não foram à cerimônia, no evento Global Village, que foi realizado no dia seguinte, domingo, no hipermercado/shopping center chamado Jupiter City. Conseguimos fazer o flashmob com a garrafa d’água, contamos inclusive com a ajuda de um rapaz que estava passando pelo local e trabalha numa ong ambiental. Foram dois momentos, mais simbólicos do que realmente chamativos, mas valeu, especialmente porque os estudantes puderam participar de uma ação prática. 

Os intercambistas dos projetos de inverno em Pitesti. 
Grupo massa!

Eu adorei ter participado deste projeto, tenho orgulho dele, orgulho do meu time, dos estudantes que foram até o fim e do trabalho que realizamos juntos. Aprendi bastante com todos eles, com a viagem no geral, com as experiências que eu tive e com as pessoas com quem convivi por quase dois meses, tempo que passou voando e que vai deixar saudade e muitas memórias. Cresci tanto pessoal quanto profissionalmente e digo, com toda certeza, que foi uma das melhores coisas que eu já fiz na vida. Viajar é realmente uma experiência transformacional e eu recomendo a todos. Não existe curso que ensine nem dinheiro que pague o que você aprende em uma viagem como esta. 

Hoje eu me sinto melhor comigo mesma e sei com toda a certeza o ramo profissional que quero seguir. Quero fazer crescer o Juventude Lixo Zero Blumenau, pois a questão dos resíduos sólidos é uma das que mais me incomoda e eu quero fazer o meu melhor para mudar este cenário e a maneira como as pessoas encaram o tal “lixo” (tenho a sensação de que consegui plantar esta sementinha lá em Pitesti, com o projeto). 

Sou muito grata pela oportunidade de ter feito este intercâmbio e por todos os aprendizados e experiências que ele me proporcionou. O tempo é precioso e cada um de nós tem um poder maior do que imagina, poder de mudar nossa própria vida e a realidade que nos cerca. Só precisamos agir. Como dizia Ghandi, “seja a mudança que você quer ver no mundo”. ;)
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Diário de bordo #19 – Desapegando na marra

Por Letícia Maria Klein •
20 fevereiro 2015

Entrei em contato com o minimalismo alguns meses atrás, inclusive já falei dele aqui no blog, e me identifico muito com o estilo de vida minimalista, dando mais valor às experiências, relações e memórias do que às coisas materiais. Mudei algumas formas de pensar e agir e venho incorporando cada vez mais o minimalismo na minha rotina e estilo de ser, o que tem me deixado mais leve e feliz. Esta viagem me ajudou muito neste quesito, mostrando como é preciso pouco para viver bem e confortavelmente. O que a gente pensa ser indispensável muitas vezes é apenas comodismo. Não tenho máquina de lavar, por exemplo, então lavo tudo à mão e não vejo problema. Aconteceu um acidente de percurso quando eu cheguei aqui e tive que me desapegar, digamos, à força, da minha mala. Sabe o mais curioso? O que me incomodou não foi o desapego.


Foi o lixo que eu gerei. Ou melhor, que a companhia aérea (Swiss) gerou. Não faço ideia de como, mas eles quebraram as duas rodas da minha mala, que estava nova, eu tinha usado apenas uma vez alguns anos atrás. Por isso, fui obrigada a comprar outra, cujo valor a Swiss me ressarciu em pouco tempo (pelo menos neste ponto eles foram eficientes). Comprei uma mala bem resistente, justamente para que dure mais e seja bem difícil da companhia danificar, e o preço ficou dentro do orçamento que me ofereceram. 


Mas não joguei a mala quebrada no lixo, não! Tá doido, não consigo. Falei com algumas pessoas do meu time e consegui convencer o presidente da AIESEC a aceitar a mala no escritório da ong, onde ela pode servir como armário. A caixa de papelão em que a mala veio também foi para o escritório, onde pode ter serventia. O negócio é aplicar os Rs da sustentabilidade no nosso dia a dia. Afinal, não existe nenhum “fora” para jogar as coisas que achamos ser lixo.
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Diário de bordo #18 – Muitas risadas e hora extra na última sessão do projeto Arges in Green

Por Letícia Maria Klein •
18 fevereiro 2015

Os estudantes gostaram tanto de fazer os fanzines (tínhamos as revistas desta vez) que ficaram quase uma hora a mais na sessão! O resultado foi ótimo, eles fizeram fazines super criativos. O jogo de mímica também foi divertido e rendeu muitas risadas. Eu esperava que mais jovens fossem aparecer, mas os sete que participaram com certeza gostaram e devem lembrar por bastante tempo a última sessão do projeto de educação ambiental Arges in Green. O que eu mais gostei foi que dois meninos que eram bem bagunceiros no começo continuaram até o final e melhoraram o comportamento e uma estudante recomendou o projeto para uma amiga dela, que foi nas duas últimas aulas e disse pra mim que foi “awesome”! No fim, o que importa é a qualidade e conseguir tocar nem que seja apenas uma pessoa. Pelas mensagens que eles me deixaram, fico com a sensação de que consegui cumprir meu propósito aqui na Romênia. =)

Da esquerda para direita: Vlad, Arina, Ana, eu, Vlad e 
Daniela (a menina que veio convidada pela amiga)

Segui a mesma estrutura que na sessão anterior, com uma rápida teoria acompanhada de vídeos sobre pegada ecológica, o teste que revela sua relação com as questões ambientais, o jogo de mímica e a montagem do fanzine. Bem curioso: o resultado do teste foi muito parecido com o do grupo 1. Dos sete, seis ficaram no meio do caminho, cujo resultado diz que eles se preocupam com o meio ambiente, mas não partem para a ação. O outro menino teve o resultado abaixo dos outros, que mostra que ele tem pouca preocupação com as questões ambientais e precisa rever seus hábitos. Eles falaram que o resultado do teste bateu bem certinho com o estilo de vida que levam hoje. Quem sabe o teste e as aulas ajudem-nos a rever algumas atitudes?

Vendo um vídeo no começo da aula

Eles adoraram o jogo de mímica, foi bem engraçado. Pensei que este jogo seria uma ótima forma de ajudá-los a gravar e interiorizar algumas atitudes sustentáveis que podemos ter no nosso dia a dia. Aprender brincando sempre funciona e é uma ótima ferramenta de educação ambiental. Na verdade, de educação no geral. Em seguida, eles exercitaram a imaginação e montaram fanzines muito interessantes, dê só uma olhada.

Mensagens sobre vários tópicos que vimos nas sessões

It's a circle for a reason! (É um círculo por uma razão).
Feito com colagens de pedacinhos e letras de revista

No sábado, será a  cerimônia de encerramento. Eu mostrei o vídeo do flashmob que pretendo fazer e eles gostaram da ideia. Pensei em fazer durante o Global Village, um evento em que os intercambistas apresentam coisas típicas de seu país. Também haverá uma competição envolvendo todos os jovens que participaram dos projetos de inverno da AIESEC Pitesti. Será em um hipermercado, no domingo, o que é ótimo, pois mais estudantes podem ir e a gente poderia pedir a colaboração dos que participaram dos outros projetos. Terei a confirmação até o fim da semana. Estou torcendo para que dê certo!!! Abaixo, vídeo com um pouco do jogo de mímica com os dois grupos.



Para muito mais fotos das sessões, confira o álbum na página do blog no Facebook.
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